quinta-feira, 7 de junho de 2012

Mario de Andrade





Nascido em São Paulo no ano de 1893, Mario de Andrade foi médico, crítico, poeta, contista, romancista e músico formado pelo Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, passando a lecionar neste mesmo local posteriormente, teve também participação na Semana de Arte moderna de 1922, no Teatro Municipal de São Paulo.
Mario de Andrade fundou a Sociedade de Etnografia e Folclore, além de passar por vários cargos públicos, como, Diretor Municipal de Cultura de São Paulo.
Além de todos esses papéis que este artista modernista executava, ainda sobrava tempo para ajudar os escritores desconhecidos.
Durante sua vida ele lutou pela arte com seu estilo puro e verdadeiro de escrita. Certo de que a inteligência brasileira necessitava de atualização, este escritor modernista nunca abandonou suas maiores virtudes: a consciência artística e a dignidade intelectual. 
Sua obra Paulicéia Desvairada, foi considerada o marco inicial da poesia modernista no Brasil.
Suas obras foram agrupados em dezenove volumes com o título de Obras Completas. As principais são:

Poesia
Há uma Gota de Sangue em Cada Poema (1917), Paulicéia Desvairada (1922), Losango Cáqui (1926), Clã do Jabuti (1927), Remate de Males (1930), Poesias (1941), Lira Paulistana (1946), O Carro da Miséria (1946), Poesias Completas (1955).
Romance
Amar, Verbo Intransitivo (1927), Macunaíma (1928).
Contos
Primeiro Andar (1926), Belasarte (1934), Contos Novos (1947).
Crônicas
Os filhos da Candinha (1943).
Ensaios
A Escrava que não é Isaura (1925), O Aleijadinho de Álvares de Azevedo (1935), O Movimento Modernista (1942), O Baile das Quatro Artes (1943), O Empalhador de Passarinhos (1944), O Banquete (1978).

Reconhecido por sua contribuição na criação de ideias inovadoras, Mário de Andrade morreu em São Paulo no ano de 1945.



Amanda Suave, n°02

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