A personagem- título, um herói sem nenhum caráter, é um índio que representa o povo brasileiro, mostrando a atração pela cidade de São Paulo e pela máquina.
A frase característica da personagem é "Ai que preguiça". No som indígena "aique" significa preguiça, logo Macuína é duplamente preguiçoso.
A obra é considerada um indianismo moderno e é escrita sob a ótica cômica, além de criticar o Romantismo. O livro possui estrutura inovadora, não seguindo uma ordem cronológica e espacial. É uma obra surrealista, onde se encontram aspectos lógicos, fantasias e tendas. Apresente criticas implícitas e miscigenação étnica (raças) e religiosas (Catolicismo, Pagonismo, Candomblé) e uma critica maior à linguagem culta já vista no Brasil.
Luiza Bertalia.

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